Sim, a geladeira pode gastar bastante energia, principalmente porque fica ligada 24 horas por dia. No entanto, o consumo real não é igual em todos os lares. Ele varia conforme o modelo do aparelho, a eficiência energética, o tamanho, a idade da geladeira e até os hábitos de uso no dia a dia.
Quando você entende esses fatores, consegue avaliar melhor se o consumo está dentro do esperado e o que pode ser feito para economizar sem comprometer o funcionamento do equipamento.
Quanto uma geladeira gasta de energia por hora?
Para entender quanto uma geladeira consome de energia, é útil olhar para o gasto por hora. Esse cálculo ajuda a visualizar o impacto imediato do aparelho no consumo elétrico da casa.
Em média, uma geladeira residencial tem potência entre 250 e 300 watts (W). Para calcular o consumo por hora, basta dividir esse valor por 1.000. Assim, uma geladeira de 250 W consome cerca de 0,25 kWh por hora quando o compressor está em funcionamento.
Vale lembrar que a geladeira não trabalha na potência máxima o tempo todo. O motor liga e desliga ao longo do dia para manter a temperatura interna. Ainda assim, por funcionar 24 horas, o consumo se acumula de forma contínua.
Por isso, mesmo com um gasto horário aparentemente baixo, o uso constante faz da geladeira um dos eletrodomésticos mais relevantes na conta de luz ao final do mês.
Quanto gasta uma geladeira ligada 24 horas por dia?
Diferentemente de outros eletrodomésticos, a geladeira não pode ser desligada para economizar energia, pois precisa funcionar continuamente para conservar os alimentos com segurança e manter a temperatura interna estável.
Por isso, o consumo deve ser entendido como um gasto acumulado ao longo do dia. O cálculo básico considera a potência do aparelho multiplicada pelo tempo de uso.
Como calcular o consumo de energia da sua geladeira
A fórmula é simples:
- potência (W) × 24 horas.
Em tese, uma geladeira com potência média de 250 W, por exemplo, consumiria cerca de 6.000 Wh por dia, o que equivale a 6 kWh diários, caso o compressor funcionasse continuamente.
Porém, existe uma “pegadinha” no cálculo de consumo para refrigeradores: uma geladeira de 250 W nunca gasta 6.000 Wh por dia. Isso acontece porque o motor (compressor) da geladeira não fica ligado as 24 horas; ele liga e desliga para manter a temperatura. Na média, o compressor trabalha cerca de ⅓ do tempo (8 horas por dia).
Assim, a melhor maneira de se saber o consumo mensal do eletrodoméstico é observando a etiqueta de eficiência dele, que fornece essa informação.
Quanto de luz uma geladeira gasta por mês?
Depois de entender o consumo diário, o próximo passo é visualizar o impacto no bolso ao fim do mês. Para isso, basta converter os kWh consumidos em reais.
No Brasil, o valor do kWh varia conforme a distribuidora e a bandeira tarifária, mas a média nacional gira em torno de R$ 0,70 a R$ 0,90.
Usando um exemplo mais extremo de consumo, imagine uma geladeira moderna, três portas, frost free, 110 V, com classificação de eficiência A+++ e consumo mensal semelhante a 55 kWh/mês. Aplicando R$ 0,80 por kWh, isso representa aproximadamente R$ 44 por mês apenas com a geladeira.
Agora pense em uma geladeira antiga, com nenhuma modernidade além das funções de refrigerador e congelador. Essas podem gastar até 80 kWh/mês, o que gera uma despesa de R$ 64 na fatura de energia elétrica.
Se um único eletrodoméstico tem esse potencial de gasto na sua conta de luz, independentemente de ser um modelo moderno ou não, imagine quanto ficará o total desse compromisso mês após mês?
Esse tipo de impacto mensal faz muita gente repensar soluções de longo prazo, como a energia solar residencial, que ajuda a reduzir a dependência da rede elétrica e aumenta a previsibilidade dos custos.
O que faz a geladeira gastar mais?
Entender quando a geladeira gasta muita energia envolve observar alguns fatores que influenciam diretamente o consumo. Como ela funciona o tempo todo, qualquer detalhe faz diferença na conta de luz.
Veja os principais pontos que explicam o que puxa mais na conta de luz quando o assunto é geladeira.
- Tamanho do aparelho: geladeiras maiores precisam de mais energia para manter a temperatura interna estável, principalmente quando não estão totalmente cheias;
- Modelo e tecnologia: modelos antigos tendem a consumir mais. Já tecnologias mais recentes costumam ser mais eficientes, desde que tenham boa classificação energética;
- Eficiência energética (etiqueta e selo): indica o consumo do aparelho. Quanto melhor a classificação, menor tende a ser o gasto ao longo do mês;
- Idade da geladeira: com o tempo, componentes perdem eficiência. Geladeiras antigas costumam estar entre os principais fatores que aumentam o consumo;
- Hábitos de uso: abrir a porta com frequência ou deixá-la aberta por muito tempo força o motor a trabalhar mais para recuperar a temperatura;
- Estado de conservação e manutenção: borracha de vedação ressecada, sujeira na parte traseira ou falhas no isolamento aumentam o esforço do compressor;
- Temperatura ambiente: ambientes muito quentes exigem mais da geladeira, elevando o consumo diário de energia;
- Regulagem interna inadequada: temperaturas mais baixas do que o necessário elevam o gasto sem trazer benefícios reais para a conservação dos alimentos.
Ao compreender esses fatores, fica mais claro por que a energia solar ganha espaço como uma alternativa estratégica. Como a geladeira representa um consumo fixo e indispensável, gerar a própria energia permite uma redução nos custos em relação ao consumo tradicional da rede pública, tornando a conta de luz mais previsível.
Geladeira Frost Free gasta mais energia?
Depende do modelo e da eficiência energética. Geladeiras frost free podem consumir mais do que modelos simples, mas versões modernas e bem classificadas na etiqueta de eficiência costumam ser tão econômicas quanto, ou até mais eficientes que modelos antigos.
Geladeira velha vs. nova: vale a pena trocar?
Na maioria dos casos, sim. Uma geladeira nova e eficiente pode consumir bem menos energia do que um modelo antigo.
A troca costuma gerar economia contínua na conta de luz, compensando o investimento ao longo do tempo.
Como reduzir o consumo de energia da geladeira?
Algumas atitudes simples no dia a dia ajudam bastante a diminuir o gasto de energia.
- Regular a temperatura corretamente: ajustes muito baixos aumentam o consumo. Regular a geladeira para gastar menos energia evita esforço desnecessário do motor;
- Posicionar a geladeira longe de fontes de calor: fogão, forno e sol direto aumentam a temperatura externa do aparelho;
- Mantê-la moderadamente cheia: é um mito de que geladeira cheia consome mais.
- É o contrário, na verdade: alimentos e bebidas conservados dentro do aparelho ajudam no controle térmico interno.
Mesmo com essas ações, muitas famílias percebem que a economia tem limite e passam a considerar as vantagens da energia solar como complemento às boas práticas.
Por que apenas economizar na geladeira não resolve o problema?
Mesmo com bons hábitos, o custo da energia continua aumentando. As tarifas variam com bandeiras, reajustes e fatores externos, o que limita o impacto da economia no uso diário. Ou seja, cortar consumo ajuda, mas tem um teto.
Para fugir da instabilidade e ganhar previsibilidade, a solução mais eficaz é gerar a própria energia, reduzindo a dependência das concessionárias e protegendo o orçamento no longo prazo.
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